Evento


          
O II Evento Brasileiro reuniu experts em Créditos Ambientais, Créditos de Carbono e Créditos non-CO2(Créditos de Energia, Créditos de Metano, Créditos NOx, Créditos SOx, Créditos Sócio-Ambientais, Mercado de Água, Transferência de Tecnologia, etc...), com o objetivo primordial de oferecer aos participantes um conhecimento de ponta agregando informações essenciais e especializadas sobre sustentabilidade nos ramos de atividades que o Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) tem proporcionado oportunidades como suporte financeiro e ambiental pelas decisões de empreender sustentavelmente e obter o resultado monetário pela escolha responsável.

Mostrou brilhantemente a correlação da temática ambiental entre, projetos, desenvolvimento sustentável, diversos setores da economia (agricultura, indústria, infra-estrutura, etc...), meio ambiente, responsabilidade social, etc..., assim como, as ações humanas que recebem a intervenção de uma melhoria imprescindível em sua sistemática originando benefício, discorrido ao longo das palestras e do curso, do qual resulta-se inúmeras oportunidades conceituados como créditos ambientais.

O primeiro dia do evento contou com as importantes palestras de cunho técnico-científico:

 “Motivação dos Stakeholders nos Projetos Sócio-Ambientais.”
Luiz Berlim Jr., Especialista em terapia do riso por pesquisa de campo, Presidente do Instituto Mimo Riso, Presidente da União Brasileira de Entidades de Empreendedores Empretecos – UBEM, Vice-Presidente da Associação dos Empreendedores e Empretecos do Paraná – AEEP, Prof. convidado do curso de pós-graduação de psicologia hospitalar da PUC/PR.

Esta apresentação ressaltou a importância do engajamento de cada integrante (stakeholder) em um projeto o qual se faz imprescindível para a sua prima execução.

“Ilha do Papagaio: Sustentabilidade, Preservação Ambiental e Envolvimento Social.”
Renato Sehn, Empresário, Hoteleiro, Membro do CONTUR do Município de Palhoça/SC desde 1997, Vice- Presidente da Associação dos Protetores do Balneário da Ponta do Papagaio – Palhoça/SC, Presidente do Conselho do Projeto de Proteção da Baleia Franca Nacional, Líder do Movimento pela Recategorização do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro, Membro Permanente do grupo de trabalho criado a partir do Fórum  da Assembléia Legislativa do Estado de Santa Catarina para redefinição de limites do Parque Estadual da Serra do Tabuleiro.

Este palestrante externou o quão diversas atividades de um empreendimento pode torná-lo sustentável e disseminar bons resultados para si e para a comunidade na qual ele está localizado.

“Energia: Desafios e Oportunidades pelo Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (Créditos de Carbono)”
João Luiz Tedeschi, Engenheiro, Assessor Técnico do Departamento de Desenvolvimento Energético – DDE da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético – SPE do Ministério de Minas e Energia - MME.

Esta temática foi desempenhada pelo palestrante demonstrando a sua suma importância da escolha atual da base energética do nosso país, assim como a congruência da política de energia com o crescimento da nação e os princípios do desenvolvimento sustentável regidos pelo Protocolo de Kyoto.

“Delineamento Fundamentado de Sustentabilidade e Eco-Design como Ferramentas de Análise para Sistema de Gestão Ambiental, Admitidos em Projetos de Sustentabilidade e MDL (agroindústria, indústria, produtos e serviços)”
Roulien Paiva Vieira, Analista Ambiental, Consultor, a. e. D. Sc. em Engenharia Sanitária e Ambiental, concentração em Avaliação Ambiental de Sistemas (UFSC),  M. Sc. em Ciências Econômicas / EGE menção em Economia Ambiental (URCA / França), MBA – Especialização em Gestão de Negócios Internacionais (FGV), Operador de Esquemas de Negociações Ambientais (ETS) e Plataformas Independentes de Transações (ITL), e Empresário.

O tema destacou a importância do uso de instrumentos técnico-científicos para a melhor escolha de um elemento e produto para uso, mediante os parâmetros de sustentabilidade.

O primeiro dia ainda foi agregado com o importante curso:

“Créditos Ambientais: da elaboração e concepção do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo – MDL, à Negociação de Créditos de Carbono, Créditos non-CO2 e Portfólio Ambiental”
                                               
Painel 1: Convenções da ONU, Créditos de Carbono, Créditos non-CO2 : Analisando e Construindo um Projeto de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo.
Painel 2: Validação, Registro, Homologação e Comercialização dos Créditos Ambientais.

Roulien Paiva Vieira, currículo supra-citado.

Este curso foi ministrado para todo participante interessado ter acesso ao conteúdo mínimo informativo para compreender toda a sistemática do Protocolo de Kyoto que é um Acordo Multilateral Ambiental no âmbito da ONU, assim como para compreender de forma clara os seus procedimentos, assim como a contextualização das palestras.

Já o segundo dia do evento contou com as importantes palestras de cunho técnico-científico:

“Gestão de Tratamento de Água, Reuso e Proposições de Projetos Sustentáveis”
Giulliano Guimarães Silva, Engenheiro Ambiental na Gerência de Estudos e Projetos na Companhia de Saneamento do Tocantins na divisão de Projeto de Água, Especialista em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental pela Universidade Federal do Tocantins (UFT), Mestrando em Ciências do Ambiente pela UFT, Professor substituto da UFT no Curso de Engenharia Ambiental.

Esta palestra discorreu sobre a saúde humana depende impreterivelmente do bom uso e da gestão dos recursos naturais como a água, a qual é de suma importância para o bem estar da humanidade e, deve ser utilizada e restituída à natureza com boa qualidade e teor de pureza, nos inúmeros processos do seu uso pelo homem.

 “Elegibilidade e Metodologias de Linha de Base e de Monitoramento para Projetos Florestais de MDL”
Adriano Santhiago de Oliveira – Engenheiro Química pela UFRJ, M.Sc. em Planejamento Energético especializado/habilitado em Planejamento Ambiental pela COPPE/UFRJ, Analista Ambiental da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (SMCQ/MMA) na área de Energia e Mudanças Climáticas, e é Delegado brasileiro nas Conferências das Partes (COP) da Convenção Sobre Mudanças do Clima e Suplente  da Dra. Thelma Krug (Secretária da Secretaria de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente – SMCQ/MMA) na Comissão Interministerial de Mudança Global do Clima, atuou como consultor da secretaria de Qualidade Ambiental nos Assentamentos Humanos do Ministério do Meio Ambiente (SQA/MMA) na área de Mudanças Climáticas e membro do Centro de Estudos Integrados sobre Meio Ambiente e Mudanças Climáticas (CentroClima/COPPE/UFRJ). Atuou como membro da Equipe do Escritório de Licenciamento das Atividades de Petróleo e Nuclear do IBAMA (ELPN/IBAMA/RJ).

O palestrante tratou da temática da reconstrução de biomas florestais pelo homem através de reflorestamentos e tratativas admitidas no âmbito da UNFCCC e dos Acordos Multilaterais Ambientais (AMA) à exemplo da oportunidade de solicitar anuência para ganhos de Créditos de Carbono, na atividade de projeto de recuperação de áreas degradadas.

“Importância do Inventário de Gases de Efeito Estufa na Indústria e a Correlação do Protocolo de Montreal e Quioto”
Josilene Ticianelli Vannuzini Ferrer, Analista ambiental da Divisão de Questões Globais da Companhia de Tecnologia de Saneamento Ambiental do Estado de São Paulo – CETESB, Secretária Executiva do Programa de Mudanças Climáticas da CETESB/SMA-SP e Coordenadora do Programa de Prevenção e Distribuição da Camada de Ozônio no Estado de São Paulo – PROZONESP, Integrante da equipe de desenvolvimento da Cooperação da CETESB e Ministério de Ciência e Tecnologia – MCT, para atualização das informações do inventário de biogases (gases de efeito estufa – GEE) no Brasil, Integrante do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, Coordenadora de publicações sobre biogases: pesquisas e projetos no Brasil, Co-autora de inúmeras publicações na área ambiental, Cientista social, especialista em gestão ambiental pela UNICAMP, M.Sc. em Ciência Ambiental pela USP, e, Professora dos cursos de pós-graduação na área ambiental da FAAP e do PECE/USP.

Esta palestra prestigiou a celebração dos 20 anos de existência do Protocolo de Montreal e abordou o quão se faz imprescindível a análise inventariada das emissões de gases de efeito estufa da indústria para a avaliação do sucesso dos Protocolos de Montreal e Kyoto, assim como para medir o real impacto ambiental global.

“MDL e Créditos de Carbono - Unindo lucro, transferência de tecnologia e respeito ao meio-ambiente”
Mauro Meirelles de Oliveira Santos, Engenheiro, Assistente Técnico do Ministério da Ciência da Ciência e Tecnologia, na Coordenação Geral de Mudanças Globais de Clima, desde 2000, pós graduado em Gestão Ambiental e em Administração da Produção, Revisor dos Inventários de Emissões de Gases de Efeito-Estufa dos países Anexo I da Convenção-Quatro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC), no setor industrial, Participante da equipe responsável pelo Inventário Brasileiro de Gases de Efeito Estufa.

Com a referida apresentação ficou enfatizado os fatores relevantes e criteriosos que inter-relacionam o desenvolvimento sustentável com as atividades e deliberações sócio-econômicas do homem.

“Biodiesel e Etanol: Oportunidades e Mercado”
Júlio César Pinho, Economista pela Faculdade de Economia, Administração e Ciências Contábeis da Universidade de São Paulo, Mestre em Energia pelo Instituto de Eletrotécnica e Energia da Universidade de São Paulo, Especialista em Gestão de Negócios Internacionais pelo IBMEC – RJ e Coordenador de Projetos de Biocombustíveis da Petrobrás.

Em sua palestra, o profissional destacou que a energia como forma de combustível é um desafio para a sustentabilidade, eis que a maioria dos atuais padrões fazem uso da base fóssil. Portanto, o objetivo deste tema foi proporcionar aos participantes a informação das vertentes dos biocombustíveis e das políticas que tem direcionado os caminhos do governo, assim como do sistema privado, a exemplo da Petrobrás.

“Sistema de Negociações Ambientais e Plataformas Internacionais de Transações: Emissões, Energia e Água”
Roulien Paiva Vieira, currículo supra-citado.

Os tratados internacionais permitiram com anuência da maioria dos países a existência de sistemas de comercialização de primas para o investimento em desenvolvimento sustentável e meio ambiente, o que reflete diretamente nas sistemáticas econômicas e sociais do setor público e privado, porém este processo exige certa complexidade como apresentada nesta palestra.

“Aspectos Destacáveis dos Contratos Internacionais – Side Letters – em Negociações de Créditos Ambientais.”
Maurício Vieira Bittencourt, Bacharel em Direito pela Faculdade de Ciências Jurídicas e Sociais do vale do Itajaí/SC - Universidade do Vale do Itajaí – UNIVALI, Advogado militante, Consultor, Formado pela Escola Superior da Magistratura do Estado de Santa Catarina – Tribunal de Santa Catarina, English for Law focado aos Princípios Jurídicos Britânicos pela Westminster College, Londres – Inglaterra, e Empresário.

Se enfatizou nesta palestra, que cada negociação deve ser regida e cumprida entre os contratantes, porém há linhas diretivas da lei no âmbito internacional e nacional para este feito que foram constituídas para proteger o bom resultado de cada parte interessada, neste tema destacando-se a importância de um contrato que atenda aos interesses e respeito das obrigações e direitos de cada parte representada no contrato.

O evento também oportunizou aos participantes duas amostras, uma  de Produtos e Serviços na área sócio-ambiental, e outra, de arte e cultura.

Público-Alvo:

Economistas, engenheiros, consultores, administradores (setor público e privado), gestores, investidores de mercados, executivos da área bancária, corretores e analistas de mercado de capitais, advogados, biólogos, executivos e técnicos de empresas, psicólogos, químicos, etc...

Bancos, corretoras de investimentos de mercado de capitais, indústrias (cerâmica, têxtil, metalurgia, papel e celulose, siderurgia e alimentos), mineradoras, agronegócio (suinocultura, sucroalcooleiro, orizicultura), (re)florestamento (desenvolvimento florestal), co-geração, comercialização, infra-estrutura (saneamento, óleo, gás, energia e aterros sanitários), órgãos governamentais; etc...


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