Evento


O I Evento Brasileiro de Créditos Ambientais foi realizado em Florianópolis/SC, no Centro de Cultura e Eventos da UFSC, e reuniu experts em Créditos de Carbono e demais Commodities Ambientais, oferecendo aos participantes uma visão técnico-científica e especializada de desenvolvimento sustentável, e, principalmente, demonstrou como o profissional ou uma empresa / instituição podem analisar empreendimentos e investimentos, e propor soluções para os problemas ambientais, transformando-os em benefício financeiro.

Demonstrou como ocorre a transformação de um problema/elemento em commodities ambientais (água, energia, biodiversidade, reflorestamento, reciclagem, minerais e emissões de poluentes), mediante a atividade de MDL - Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, Protocolo de Kyoto, sob monitoramento por uma sistemática de gestão ambiental comprovando efetiva mitigação de gases de efeito estufa (CO2, CH4, N2O, PFCs, HFCs e SF6) em cada projeto, sendo esta atividade a atribuída como crédito ambiental (permissão certificada devidamente anuída e disponível para comercialização como ativo financeiro ambiental).

O primeiro dia do evento contou com as seguintes palestras:

“Brasil e o MDL.” As especificações da inserção brasileira no Mecanismo de Desenvolvimento Limpo do Protocolo de Kyoto.
Gustavo Barbosa Mozzer - Bacharel em Ciências Biológicas e M.Sc. em Ecologia pela Universidade de Brasília, Assessor Técnico da Coordenação Geral de Mudanças Globais de Clima do Ministério da Ciência e Tecnologia e também da Comissão Interministerial de Mudanças Globais de Clima. Comissão Interministerial de Mudanças Globais de Clima (Executive Board – ONU).

Este tema foi escolhido para proporcionar aos participantes do evento o que é o MDL e também informar qual a posição do Brasil relativo ao Protocolo de Kyoto e as oportunidades que este proporciona.

“Agenda 21, Mecanismo de Desenvolvimento Limpo e Desenvolvimento Sustentável.”
Marcus Cardooso Teixeira - M.Sc. em Gestão Econômica do Meio Ambiente pela Universidade de Brasília – UnB, Especialista em Marketing pela UFRJ, Especialista em Gestão Empresarial pela FGV, Bch. em Direito, foi Consultor Executivo nos EUA como o único brasileiro a trabalhar na Casa Branca no Governo do Presidente George W. Bush. Empresário no segmento de construção civil, Coordenador de Projetos Ambientais, Consultor e Assessor de Marketing Internacional de Empresas e Diretor da Divisão de Protocolo Judicial do Foro de Goiânia.

A importância da Agenda 21, também conhecida como Programa 21, instituída pela ECO-92 foi abordada como uma das temáticas do evento por ser o instrumento de delineamento dos limites de sustentabilidade do homem para com o seu meio.


 “Mecanismos Financeiros para o Meio Ambiente.”
 Antônio Lombardi - Especialista em Sustentabilidade e Mudanças Climáticas, Executivo de Produtos do Banco Real ABN AMRO.

Os créditos ambientais, nomeados como commodities ambientais, são reconhecidos como ativos financeiros ambientais pelos organismos dos países signatários do Protocolo de Kyoto possuindo muita valia para a sustentabilidade do atual mundo dos negócios, como demonstrado na palestra.


O segundo dia foi prestigiado pelos cursos:

Commodities Ambientais: da elaboração do MDL – Mecanismo de Desenvolvimento Limpo à Negociação do Portfólio Ambiental e Créditos de Carbono.”
Roulien Paiva Vieira - consultor, empresário, M.sc. Economia Ambiental pela URCA (francês), operador de bolsa ambiental européia pelo MEFF - Mercado Espanhol de Futuros Financeiros, autor e consultor para análise ambiental do INDESPAR – Instituto do Desenvolvimento Sustentável do Paraná, e especialista em Mecanismos de Desenvolvimento Limpo e Negociações de Créditos de Carbono e Commodities Ambientais.

O curso proporcionou o conhecimento técnico-científico da análise dos elementos passíveis de aplicação de MDL e os passos para a concepção, instrumentalização, aprovação e comercialização dos créditos ambientais devidamente homologados junto ao Executive-Board da UNFCCC (Convenção-Quadro de Mudanças Climáticas das Nações Unidas).


“Responsabilidade Social: um caminho para a ISO 26.000.”
Vanderléia Martins Lohn - administradora, especialista em responsabilidade social e gestão do terceiro setor, consultora social, gestora hospitalar e professora da Universidade do Vale do Itajaí - UNIVALI.

A ênfase do referido curso era a preocupação com a qualidade de vida das pessoas, no contexto atual, que leva o mundo à repensar os moldes do crescimento desordenado das sociedades, a sua maneira de ver o próximo e tratá-lo, preocupando-se mais em como melhorar o bem estar de uma maneira geral analisado pelo instrumento de certificação qualitativa que a ISO 26.000 representa.

 

Público-Alvo:

Economistas, engenheiros, consultores, administradores (setor público e privado), gestores, investidores de mercados, executivos da área bancária, corretores e analistas de mercado de capitais, advogados, biólogos, executivos e técnicos de empresas, psicólogos, químicos, etc...

Bancos, corretoras de investimentos de mercado de capitais, indústrias (cerâmica, têxtil, metalurgia, papel e celulose, siderurgia e alimentos), mineradoras, agronegócio (suinocultura, sucroalcooleiro, orizicultura), reflorestamento (desenvolvimento florestal), co-geração, comercialização, infra-estrutura (saneamento, óleo, gás, energia e aterros sanitários), órgãos governamentais; etc...

 

 
Patrocínio
 
 

 
Realização
 

Apoio
   

   
Coordenação
 
 
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